sábado, 7 de março de 2015

Pela minha madrugada


uma madrugada se falte em mim
que dou blackout de corpo inteiro
e a casa se veste de luz nenhuma.
nuvem cobrindo sol
vulcão tossindo cinza
floresta até o talo incendiada.
dark day no Canadá do meu quarto.
uma madrugada se falte em mim
que minha poesia se perde
e no escuro eu apenas vejo
o escuro que há no escuro.

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