AGLACY MARY
o que ocorrer
domingo, 9 de janeiro de 2011
Teima
Resolvi cantar a noite inteira
E toda noite
Até minha língua secar
Dito e feito
Língua seca
Fui atrás de outras línguas
E de outros festivais
Por Aglacy Mary
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Diga, então...
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Seguidores
UMA PORÇÃO DE MINHAS COISAS - querendo comentar, comente, que eu até ia gostar
►
2015
(24)
►
agosto
(1)
►
julho
(3)
►
junho
(4)
►
maio
(3)
►
março
(13)
►
2014
(41)
►
dezembro
(3)
►
novembro
(2)
►
setembro
(3)
►
agosto
(5)
►
julho
(6)
►
junho
(2)
►
março
(7)
►
fevereiro
(13)
►
2013
(32)
►
dezembro
(5)
►
novembro
(3)
►
outubro
(3)
►
setembro
(4)
►
agosto
(1)
►
julho
(3)
►
junho
(2)
►
maio
(1)
►
abril
(1)
►
março
(5)
►
fevereiro
(4)
►
2012
(39)
►
dezembro
(5)
►
novembro
(4)
►
outubro
(3)
►
setembro
(7)
►
agosto
(4)
►
julho
(2)
►
junho
(4)
►
maio
(7)
►
abril
(1)
►
março
(1)
►
fevereiro
(1)
▼
2011
(50)
►
dezembro
(4)
►
novembro
(1)
►
outubro
(1)
►
setembro
(2)
►
julho
(3)
►
junho
(3)
►
maio
(3)
►
abril
(13)
►
março
(7)
►
fevereiro
(4)
▼
janeiro
(9)
Palabras
Testamento
Qualquer estação
Cadê o Zé...
Menos
Teima
Umas linhas
Para sempre
Andando em ciclos
►
2010
(72)
►
dezembro
(6)
►
novembro
(6)
►
outubro
(8)
►
setembro
(18)
►
agosto
(8)
►
julho
(12)
►
junho
(14)
Quem sou eu
Aglacy Mary
Educadora, poeta, escritora, metida a compositora, contadora de histórias. Fã da Nossa Escola, uma produção criativa, corajosa e Nossa.
Ver meu perfil completo
Postagens mais acessadas
A merenda
Cinform - Aracaju-SE, 18 a 24 de outubro de 2010 - Ano XXVIII, edição 1436 Não sabia se havia tristezas na vida. Eu era muito men...
Um dia de tonhice
Considerando a formação do grupo que combinara o passeio, o final de semana prometia, no mínimo, horas aprazíveis. Tudo acontecia conf...
Chapinha ou Contradiscurso
Dona de um consciencioso discurso, saiu a tempo de fazer nova chapinha pra tentar domar a rebeldia que o DNA plantara em sua cab...
Oração da mais íntima propriedade
Noite de fado em Lisboa Que não me falte a solidão. Que eu entenda Que minha mãe é minha mãe, Meu amigo é meu amigo, Meu ama...
Los recuerdos
Foto (antes de cartoonizada): Aglacy Mary As três rosas mercadoras Si no dejo en su memoria Mi palabra e mi canción Dejo los pe...
Marias
Canjica nordestina essas marias de vida nordestinada parecem canjica doce com café forte. encantam os olhos perfumam os ares ...
Diverso
Às vezes me farto nos versos E me desprego da rima Às vezes me solto no verbo Às vezes me calo na cisma Às vezes me lanço e ...
Tempos de madrugar
Portinari hoje eu tenho medo dos anos. dos nossos primeiros anos. daqueles que ainda estão fora da lei. daqueles que continuam no ponto...
A bolsa
O supermercado estava cheio. Parece que, em tempo de quaisquer vacas, gordas ou moribundas, aquele ambiente imantado atrai todo metal q...
O mais rico dos reinos
Conto criado para o Projeto 2008 da Nossa Escola : "A Palavra Guarda o Mundo". Em um reino muito distante daqui, havia grande ...
Marcadores
"Algibeira Brasileira"
(1)
"Ponte do Imperador"
(1)
A Casa do Zé
(2)
alamanda
(1)
amigo
(1)
artigo
(3)
autoridade
(1)
autoritarismo
(1)
bem-te-vi
(1)
bicicleta
(1)
bike
(1)
birra infantil
(1)
bolsa
(1)
cabelo
(1)
cação
(1)
cambuí
(1)
Camões
(1)
casamento real
(1)
ciclos
(1)
cognição
(1)
consumo
(1)
conto
(4)
cozinha
(1)
criança
(2)
crônica
(2)
Dinho Duarte
(1)
disciplina
(1)
educação
(1)
educação infantil
(2)
fissura
(1)
Flor
(1)
identidade
(1)
infância
(2)
Laranjeiras
(1)
lavra
(1)
linha
(1)
lua
(2)
Lula Ribeiro
(1)
Maria Anita
(1)
mentira
(1)
merenda
(1)
microcontos
(6)
moqueca
(1)
Moqueca de cação
(1)
mordida
(1)
murici
(1)
natureza
(1)
nordeste
(2)
palavra
(1)
patrimônio
(1)
peixe
(1)
poema
(26)
prefácio
(1)
princesa
(1)
príncipe
(1)
projeto
(1)
quadrilha junina
(1)
relacionamento
(1)
renda irlandesa
(1)
romã
(1)
São João
(1)
sergipanidade
(6)
Sergipe
(4)
sombra
(1)
taça
(1)
tonhice
(1)
trança
(1)
trauma
(1)
verdade
(1)
vinho
(1)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Diga, então...